A rebelião iniciou por volta das 19h30 de quinta-feira (14), após uma revista no minipresídio. Um grupo de presos retornou do Fórum e rendeu o agente penitenciário - identificado apenas como Charles - no momento em que ele os colocava em uma das celas. Um detento foi baleado na perna e na barriga.
Apesar da tensão inicial, o clima, na manhã desta sexta-feira, era mais tranquilo. Familiares aguardavam por informações do lado de fora. As negociações estão sendo comandadas pelo delegado-chefe da 9 SDP, Osnildo Carneiro Lemes.
Os presos reclamam da superlotação e reivindicam transferências para outras unidades. A carceragem da 9ª SDP conta hoje com 348 detentos, sendo que a capacidade máxima é para 126 pessoas.
Os rebelados alegam também ser vítimas de agressões durante as revistas. Outra reclamação são sobre supostos danos a pertences pessoais - como roupas, rádios, aparelhos de televisão e até mesmo alimentos - pelos agentes e investigadores durante a operação bate-grade.
Revista
A rebelião iniciou após uma revista no minipresídio da 9 SDP, na tarde desta quinta-feira. Os policiais encontraram quatro celulares e alguns estoques (facas improvisadas). Dois aparelhos foram encontrados escondidos dentro do corpo de uma detenta, que, junto com duas colegas, recusava ser submetida a revista.
Familiares que chegaram ao minipresídio na noite de ontem, informaram à reportagem de O Diário que foram avisados da rebelião por detentos, que estavam com celulares.
(O Diário Maringá)









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